Cultivando o bem-estar

26 de Enero de 2018
Cultivando o bem-estar

 

A neurociência está a nosso favor, comprovando o quanto o cérebro muda ao longo da vida!

Sabe-se hoje que há períodos sensíveis de desenvolvimento quando o cérebro é mais flexível – entre o nascimento e os 2 anos de idade, entre 4 e 6 anos, e em torno da puberdade. Ainda assim, a plasticidade está presente ao longo da vida, não apenas esta fase inicial.

Isso comprova que nossos cérebros estão constantemente sendo moldados de forma inteligente ou involuntária – na maioria das vezes inconscientemente. E não importa a idade! Pesquisas indicam que estamos aumentando a possibilidade de treinamento intencional de nossos cérebros para melhorar o bem-estar. Um número crescente de estudos, incluindo grandes universidades do mundo, exploram intervenções para ajudar indivíduos com vários desafios de saúde mental. E se uma pessoa ansiosa, deprimida ou estressada pudesse ativar intencionalmente outras redes no cérebro associadas à felicidade? Recentes estudos têm descoberto que tal treinamento é possível para a emoção e para a dor.

Sabemos que o treinamento mental pode moldar o cérebro para um maior bem-estar. Mas o que é o bem maior?

Estudiosos sugerem que habilidades pró-sociais, como empatia, compaixão e gratidão também podem ser treinadas. Ainda mais, estamos aprendendo que enfocar o bem-estar dos outros e aliviar seu sofrimento é crucial para melhorar nosso próprio bem-estar.

De acordo com Richard Davidson, da University of Winconsin-Madison, “Acontece que mudar sua mente pode contribuir para um mundo mais amável, mais sábio e mais compassivo. O bem-estar é uma habilidade”.

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